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No primeiro semestre de 2014, um grupo de pais percebeu que suas crianças do ensino fundamental I, geralmente curiosas e alegres, durante o período escolar estavam ora tristes, ora exaustas, sempre desestimuladas. Descontentes com essa falta de genuíno interesse de seus filhos pelos conteúdos trabalhados pela escola, esse grupo se reuniu em torno de uma pergunta: “Pra Que Escola?”

O questionamento do grupo virou ação no segundo semestre. Encontros com o educador português José Pacheco e a parceria com o Instituto Pandavas possibilitaram a criação de uma turma no segundo semestre, amparada pelas duas trajetórias com mais de 30 anos de experiência.

Logo LionsEm 2015, o grupo cresceu e reformou um espaço cedido pelo Lions Clube de São José dos Campos. Assim como a escola de Monteiro Lobato, o objetivo final do grupo é tornar a iniciativa um projeto-piloto dentro do ensino público, com um projeto político-pedagógico autônomo, conforme previsto pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Até lá, a iniciativa deve ser sustentável pela participação dos pais. E, como tem sido, pela participação da comunidade que apoia e acolhe a iniciativa.

Gestão Colaborativa

Reconhecendo a centralidade da importância dos pedagogos e dos professores especialistas para a proposta, muito superior à estrutura de equipamentos e recursos disponíveis (até porque os ambientes de aprendizado vão muito além do espaço físico da escola), os pais envolvidos com o projeto optaram por não terceirizar a educação formal de seus filhos, nem mesmo no período normalmente dedicado à escola

Assim, a participação no planejamento, na construção coletiva dos valores do grupo e, claro, na administração financeira da iniciativa é fundamental. Organizados em Grupos de Trabalho (GTs), os pais reúnem-se por competência, afinidade com a área e disponibilidade, procurando tomar decisões horizontalmente, mais por consenso do que por meio da votação democrática.

Os conflitos devem ser explícitos e solucionados consensualmente, no tempo que demandarem para isso, por meio do diálogo. Desde o início do projeto, em 2014, está sendo possível observar como também as crianças “colocam para o grupo” as decisões que precisavam ser tomadas.

Tendo sempre em mente o objetivo de tornar a iniciativa pública, acordou-se desde o início buscar alternativas para que o custo por aluno não seja excludente. Desse modo, as mensalidades são flexíveis, podendo ser Plenas (no exato valor do custo por aluno), Colaborativas ou Parciais, para bolsistas não-integrais.

A experiência da filial de São José dos Campos pode ser acompanhada pela página do Facebook:

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